Encontrei um hostel, consegui guardar a bicicleta de forma segura e subi com dois alforjes uma escadaria estreita de madeira, com os degraus bem curtos. Coloquei tudo no armário do quarto e deitei na cama sentindo um monte de lágrimas escorrendo no rosto. Eu havia acordado, brigado, pedalado 50 km até ali, comido uma banana e meia dúzia de amendoins. Eu estava exausta e nada disso importava mais do que o fato de eu ser uma mulher e mulheres não deveriam pedalar por aí sozinhas… E se o pneu furar? E se a corrente quebrar? E se eu me perder? E se quando me perder um estuprador brotar do chão e…

O solo de relva ervas não deve ser muito fácil e ter uma espessura de 20 a 50 centímetros. Muito pesado o solo precisa fazer a turfa e areia. Antes da sementeira de ervas, ela precisa fluffing. Se o solo com fertilizantes, o gramado será o mais luxuoso. Alimentados gazonnyu verdes minerais fertilizantes, composto de potássio, o fósforo e o nitrogênio.
Com certeza deve-se evitar encharcar a terra, mas não há uma quantidade exata de água para colocar nas plantas. Água demais deixa as raízes das plantas afogadas, pois elas também precisam de ar, além do que, água em excesso pode acarretar no aparecimento de fungos e outras doenças. Vá regando aos poucos e quando a água parar de entrar na terra, ou começar a escorrer pelo fundo do vaso, está bom.

Regar sempre que for necessário. Regra geral, um jardim ou relva necessita de cerca de 2.5cm de água por semana, no entanto, isso também depende muito do solo em questão, do tipo de plantas que tem e, naturalmente, das condições meteorológicas. Por isso, a máxima “regar sempre que for necessário” aplica-se principalmente quando uma planta ou flor apresentar, de manhã e/ou à noite, um aspeto murcho; mas também na fase inicial de desenvolvimento e crescimento das plantas.


O urbano está repleto de significações culturais, desde a forma de organização e de uso do solo, nas suas materialidades, que são expressas em suas construções (ruas, casas, avenidas, edifícios, praças, parques, monumentos, etc.) ou nas suas relações econômicas e sociais, redes técnicas e informacionais (SANTOS, 2002, p. 263). Pode-se dizer também que a cidade abriga atualmente um contigente majoritário da população, e os interesses individuais são contraditórios. No espaço urbano, os diferentes interesses, relacionados à ocupação e uso do solo, estão repletos dessas contradições (CARLOS, 2005, p. 42). Santos (2002 p. 78) diz que "através do trabalho, o homem exerce a ação sobre a natureza, isto é, sobre o meio, ele muda a si mesmo, sua natureza intima, ao mesmo tempo em que modifica a natureza externa". E como a paisagem é a materialização do processo relacional homem/meio, a paisagem urbana tem, sem dúvidas, esse significado.
Aliás a primeira etapa a fazer é preparar o solo, nivelando bem o terreno e deixando a terra um pouquinho fofa para que você possa colocar os tapetes de grama sobre ela e permitir que eles possam ficar bem nivelados. Depois de colocado os tapetes de grama a etapa seguinte e você preocupar se com a quantidade de água que a grama vai precisar para crescer. Se for um período chuvoso, provavelmente você nem precisará regar o jardim, pois a própria chuva se encarrega de fazer este trabalho e por sinal ela faz isso muito bem. Mas se estiver plantando grama em um período em poucas chuvas é necessário criar o hábito de regar diariamente a grama para permitir que ela possa enraizar e crescer.
Dos males, a mecânica, na verdade, era o menor. O que mais me assustava e me tirava a paz era a questão do assédio. Pedalando por São Paulo, já passei por algumas situações desagradáveis que vão desde motoboys me dizendo coisas impróprias no sinal, até um dia que fui seguida por um carro na Avenida Higienópolis. Coisas assim por aqui acontecem. E fico me perguntando se não deveriam acontecer? Afinal, de um lado a mídia infla a imagem da mulher como um objeto de beleza e prazer, do outro segue cultivando a sociedade do medo. É tudo muito sutil e você acha que não deve responder à altura a violência que é estar caminhando pela rua e ouvir um sonoro “delícia”. Até você estar em uma situação onde se sente vulnerável e começa a ver o helicóptero do Datena sobrevoando a Bélgica e na televisão o anúncio: “ciclista brasileira estuprada por maníaco belga é encontrada morta em rota ciclística”.

Regar sempre de manhã. Seja um jardim de flores ou de vegetais, a melhor hora do dia para regar é sempre de manhã. Se regar a meio do dia ou de tarde, será como não tivesse regado porque a água irá evaporar rápida e completamente. Se regar à noite, a água mantém-se sobre as plantas e folhas durante demasiadas horas, o que pode levar à formação de doenças várias. Sabia que o orvalho que cai sobre a terra ajuda-a a absorver ainda melhor a água da rega matinal?

Não regue o jardim à noite. Quando as plantas são regadas durante a noite, a água se deposita nas folhas e caules, em vez de evaporar. Como consequência, o solo pode se tornar encharcado em vez de ocorrer a drenagem adequada que teria com a ajuda do sol. Isso é prejudicial às plantas, pois causa mofo e crescimento de fungos ao redor das raízes, caules e folhas.
Paisagem é um conceito que tem sido utilizado nas artes e na ciência, principalmente na Geografia, na Ecologia e na Arquitetura Paisagista. De acordo com a Convenção Europeia da Paisagem: "designa uma parte do território, tal como é apreendida pelas populações, cujo caráter resulta da ação e da interação de fatores naturais e/ou humanos".[1] É um conceito que mantém uma forte relação com o visual e com o imediatamente percebido. Em uma definição do senso comum, paisagem é definida como a porção visível do espaço, bem como sua representação. Contudo, sua abordagem científica vai muito além desta concepção,numa abordagem científica, a paisagem está relacionada principalmente a padrões espaciais e processos formados pelas relações entres os componentes naturais e aqueles construídos, sendo o visível apenas um de seus aspectos.[2] Por incluir aspectos da natureza e sociedade, o conceito de paisagem tem sido considerado como um guarda-chuva para projetos de melhoria da qualidade ambiental e urbana, a exemplo daqueles apoiados pela Iniciativa Latino Americana da Paisagem.[3]
Quantidade certa de água significa molhar suficientemente as raízes. Quantidades muito pequenas de água geralmente cobrem apenas alguns centímetros da superfície do solo - ou nem sequer chegam até lá, quando, por exemplo, existe uma cobertura de folhas sobre o solo e a irrigação é muito pouca. Quantidade certa de água também significa que vegetais cultivados são particularmente dependentes de um solo uniformemente úmido até que o momento de sua colheita (exemplos: a formação de raízes e rizomas [cenoura, batata], folhas [manjericão, salada], cabeças [couve-flor, alface], grãos [feijão] ou frutas [tomates, frutas]).
As pesquisas em Geografia Cultural se dão através da investigação sobre a distribuição passada e presente de características da cultura, que constitui a base para o reconhecimento e as delimitações de áreas culturais. A área cultural implica uma uniformidade relativa ao invés de absoluta. A similaridade cultural relativa aparece em diferentes graus, desde a identidade virtual de atitudes e aptidões em num pequeno território até semelhanças gerais ou ampla disseminação de características individuais ou elementos da cultura em grandes áreas (WAGNER e MIKESELL, 2003, p. 32). Em termos geográficos, uma área cultural pode constituir uma região, forma uma unidade definível no espaço, caracterizada pela relativa homogeneidade interna com referência a certos critérios. A associação típica de características geográficas concretas numa região ou em qualquer outra subdivisão espacial da superfície terrestre pode ser descrita como paisagem.
Para alguns autores, a paisagem é a apreensão do mundo de uma forma individual. Um olhar individual que pode retransmitir para o conceito de paisagem na arte. É o fenômeno espacial no tempo do indivíduo. Contudo, pode-se compreender a paisagem como o resultado das correlações entre elementos de origem natural e humana, em um espaço específico. Portanto, de uma maneira dinâmica todos estes elementos encontrados na paisagem tendem a se organizar ao decorrer do tempo e do espaço.[7]
Bertrand (1968), ao propor o estudo de Geografia Física Global, pensou a paisagem como "resultado sobre uma certa porção do espaço, da combinação dinâmica e, portanto, instável dos elementos físicos, biológicos e antrópicos, que, interagindo dialeticamente uns sobre os outros, fazem da paisagem um conjunto único e indissociável em contínua evolução". A paisagem também pode ser tida como a "configuração de símbolos e signos" (COSGROVE e JACKSON, 2003, p. 137), sendo que a "linha interpretativa da Geografia Cultural recente desenvolve a metáfora da paisagem como ’texto’, a ser lido como documento social".
Escolhi cuidar mais de mim, regar meu jardim, tomar meu café tranquilo. Ler um bom livro sem cafunés para atrapalhar meu raciocínio. Ouvir algo e não esperar você bater em minha porta a qualquer hora mudando de ideia e desejando viver comigo pro resto da vida. Não quero viver te querendo pro resto da vida, sem saber que a vida deve continuar mesmo não te tendo até o fim. Mesmo que o fim não seja exatamente até onde pensei que seria. Não quero ocupar minha cama agora. Não quero ter você no banco de carona, pegando embalo da dancinha do ombrinho até chegar em mim mais uma vez. Não quero ver você se espalhando em mim, nem se desfazendo debaixo do meu chuveiro. Escolhi não me desencontrar, não me deixar do outro lado. Escolhi amar e não esquecer que amor também é não se esquecer. É lembrar de mim e lembrar de você. É lembrar do você sempre, sem se esquecer de mim nunca.
A esses aprofundamentos também são agregados à Geografia Cultural temas que não eram por ela tratados anteriormente. Nessa mudança, o conceito de cultura é repensado. A cultura não é mais vista como entidade supra-orgânica, nem como superestrutura. A cultura diz respeito às coisas do cotidiano, comuns, apreendidas na vida diária, na família, no trabalho e no ambiente local. As idéias, habilidades, linguagem, relações em geral, propósitos e significados comuns a um grupo social são elaborados e reelaborados a partir da experiência, contatos e descobertas – tudo isto é cultura.
Como dito anteriormente, é impossível falar na Geografia Cultural sem citar Sauer ou a "Escola de Berkeley", que denomina a corrente do pensamento geográfico fundamentada a partir de sua obra. A Geografia Cultural surgiu no início do século, na Alemanha: era a "Kulturlandschaft". Na Geografia Cultural alemã, as paisagens correspondiam a um conhecimento específico, que servia para diferenciá-la das outras ciências.
Regar sempre próximo do solo. A forma mais eficaz de garantir um solo húmido é regar junto do mesmo, ou seja, em vez de espalhar água de forma superficial, na hora de regar posicione a mangueira ou o regador junto da terra. Desta forma, a água irá penetrar nas raízes das plantas, sem perder água por motivos de evaporação ou por escorrer para outras zonas do jardim.  
Quando você molha a grama sem que ela esteja precisando, o seu ato não só se trata de desperdício de água, quando a palavra de ordem é economizar, como isso poderá causar muitas doenças nela, entre elas, fungos. Água demais também fará mal a grama e devemos saber e levar em consideração o tipo de grama escolhida. Algumas precisarão de ais água, enquanto outras, nem tanto e outros fatores também são determinantes, como por exemplo: umidade, vento e temperatura.
English: Choose the Best Time for Watering the Garden, Español: escoger el mejor momento para regar el jardín, Deutsch: Den besten Zeitpunkt finden, um den Garten zu bewässern, Italiano: Scegliere il Momento Migliore per Annaffiare il Giardino, Français: choisir le meilleur moment pour arroser le jardin, Bahasa Indonesia: Memilih Waktu Terbaik untuk Menyiram Tanaman, Русский: выбрать лучшее время для полива сада, العربية: اختيار الوقت الأفضل لري الحديقة, 中文: 选择给花园浇水的最佳时间, Tiếng Việt: Chọn thời gian tốt nhất để tưới vườn, ไทย: เลือกเวลารดน้ำต้นไม้ให้เหมาะสมที่สุด, Nederlands: Het beste moment kiezen om je tuin water te geven
Toda a paisagem somente é paisagem, quando é vista, sentida e percebida. Não podemos lembrar ou descrever alguma paisagem que nunca tenhamos visto, mesmo por intermédio de algum artifício (filme, fotografia, desenho, pintura, etc.). Então, a paisagem somente existe na relação do homem com o meio. E essa relação é sempre repleta de significados que são influenciados pela cultura de um determinado lugar e seu povo. Nesse caso, os estudos da paisagem como texto podem descrever os significados da ação humana sobre o processo histórico de sua formação e sua percepção..
O que fazer diante deste círculo vicioso? Nossa postura mais comum é a omissão. Apenas uma minoria pôde compreender que a ética, entendida na acepção aristotélica e trazida a nós de modo brilhante por Lima Vaz, é um olhar sobre o cuidado com a nossa morada. E esta tem duas dimensões, a interior, que nos molda a capacidade de pensar para todos, e a exterior, que harmoniza a convivência fraterna e possibilita a sobrevivência com qualidade e dignidade.
O estudo da paisagem cultural proporciona uma base para a classificação regional, possibilita um insight sobre o papel do homem nas transformações geográficas e esclarece sobre certos aspectos da cultura e de comunidades culturais em si mesmas. Busca diferenças na paisagem que possam ser atribuídas a diferenças de conduta humana sob diferentes culturas, e procura desvios de condições "naturais" esperadas, causados pelo homem.
A paisagem também pode ser tudo que pode se ver num lance de vista ou o "conjunto de componentes naturais ou não de um espaço externo que pode ser apreendido pelo olhar" (HOUAISS, 2001, p. 2105). A polissemia da paisagem traz consigo muitas definições. Entre estas, para Santos (2002), "a paisagem é o conjunto de formas que, num dado momento, exprimem as heranças que representam as sucessivas reações localizadas entre homem e natureza". Santos, aqui, agrega à paisagem o fator da temporalidade na sua constituição.
Chegando lá, um moço de vinte e poucos anos bem atarefado mostrou pouca disposição para me ajudar com uma rota. Ele me deu uma série de folhetos de uma rota fechada chamada Ravel, que me levaria até Hoegaarden. Mas não era para lá que eu queria ir. Como eu tinha outro problema, encontrar onde dormir, decidi deixar a rota para o dia seguinte e tentar me acalmar e descansar.
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