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Recicle a água. Se está regando apenas grama e não legumes ou frutas, a reciclagem da água pode ser útil. A água da chuva é ideal para tal uso, afinal, ela já regaria a grama naturalmente. Existem diversos sistemas para a captação e reutilização da água da chuva.[11] A reutilização da água de uso doméstico (chuveiro, pias e máquina de lavar) também pode servir bem para a irrigação da grama.[12]
Em "The Morphology of Landscape", Sauer (1925) argumenta que a paisagem geográfica é formada pelo conjunto de formas naturais e culturais associadas a uma dada área e analisada morfologicamente, a integração das formas entre si e o caráter orgânico delas. Portanto, a paisagem cultural ou geográfica é uma resultante da ação, ao longo do tempo, da cultura sobre a paisagem natural. Sauer também considera que a "paisagem possui uma identidade, sustentada por uma constituição reconhecível, limites e uma relação com outras paisagens, para construir um sistema geral".
Reduza a rega desnecessária. A irrigação do jardim tem diversos propósitos: além de manter a grama saudável, ela reduz a poeira no ar e regula a temperatura do solo. Se houver algumas áreas que não tenham propósitos estéticos ou não sejam muito usadas, reduza a irrigação delas. Você ainda deve regá-las regularmente para que as plantas não morram, mas elas provavelmente precisam de menos água.[10]
Cultivo meu jardim e rego minhas sementes. Pouco me importa se o vizinho tem jardim maior, mais bonito e florido. Estou cuidando do meu, para que um dia possa florescer através do meu esforço. Enquanto alguns deixam de regar suas sementes para observar as flores alheias, eu me orgulho das minhas sementes estarem germinado viçosas. Um dia estarão todas floridas.
Dessa maneira, o estudo geográfico da paisagem apresenta dois enfoques principais. Um que a considera total e a identifica como o conjunto do meio, contemplando a este como indicador e síntese das inter-relações entre os elementos inertes: rocha, água e ar, e os vivos: plantas, animais e homem. E o outro, que considera a paisagem visual percebida como a expressão dos valores estéticos, plásticos e emocionais do meio.
O urbano está repleto de significações culturais, desde a forma de organização e de uso do solo, nas suas materialidades, que são expressas em suas construções (ruas, casas, avenidas, edifícios, praças, parques, monumentos, etc.) ou nas suas relações econômicas e sociais, redes técnicas e informacionais (SANTOS, 2002, p. 263). Pode-se dizer também que a cidade abriga atualmente um contigente majoritário da população, e os interesses individuais são contraditórios. No espaço urbano, os diferentes interesses, relacionados à ocupação e uso do solo, estão repletos dessas contradições (CARLOS, 2005, p. 42). Santos (2002 p. 78) diz que "através do trabalho, o homem exerce a ação sobre a natureza, isto é, sobre o meio, ele muda a si mesmo, sua natureza intima, ao mesmo tempo em que modifica a natureza externa". E como a paisagem é a materialização do processo relacional homem/meio, a paisagem urbana tem, sem dúvidas, esse significado.

Especialmente se você molhar as folhas! Manhã é o único momento em que a sua relativamente seguro para molhar as folhas das plantas propensas a doenças como tomates, rosas e lilases, porque o sol nascente seca rapidamente as folhas antes da doença de esporos que podem usar a umidade para se reproduzir . Dito isto, eu sugiro fortemente que você apenas aproveitar as folhas por um bom motivo, como uma alimentação foliar. É sempre melhor para regar plantas na base; e com o risco de doença, é muitas vezes a diferença entre a vida e o míldio.
Até a década se 1960, o foco central dos estudos da paisagem estava na sua morfologia, sendo a contribuição de Sauer, em seu artigo, já referido, The Morfology of Landscape, uma das mais importantes nesse sentido. A partir do final da década de 1970, Corrêa (2003, p. 179) sublinha que diversos autores, entre eles Meinig (1979), introduzem, nos estudos da paisagem, a interpretação. Assim, pode-se dizer que, a paisagem urbana é um campo rico para a interpretação, permitindo "múltiplas leituras a partir de diversos contextos históricos-culturais, envolvendo diferenças sociais, poder, crenças e valores". Portanto, a paisagem urbana é repleta de signos e símbolos, e seus significados podem ter inúmeros sentidos.
E regar o jardim deve ser habilmente. Um vai derramar o jardim 3-4 vezes por verão, eo outro apenas 1-2 vezes, mas ele terá mais sentido. As árvores precisam mais de umidade quando o ovário começa a crescer e quando as frutas se tornam quase reais. Aqui neste momento e você precisa de água. Antes de regar, os círculos próximos do tambor se soltam, para que a água não role em vão, mas vá para as profundezas. E se eles decidiram regar o jardim, então para cada árvore adulta é necessário despejar pelo menos 15 a 20 baldes para absorver completamente o solo.Se você regar um pouco, isso estraga as árvores.
A paisagem cultural aborda a associação de características humanas, biológicas e físicas sobre a superfície da Terra (especialmente as que são visualmente perceptíveis), alteradas ou não pela ação humana. Como a paisagem, é considerada a materialização da ação humana no espaço, através da necessidade de adaptação à sobrevivência do homem na natureza, e, atualmente, a sociedade, de alguma maneira, está presente em quase toda a superfície terrestre, podemos dizer que, nessas circunstâncias, não mais existe uma paisagem natural. Haja vista que toda a paisagem, mesmo que aparentemente intocada, já perdeu a sua "naturalidade", pois foi, segundo Santos (2002), coisificada. Mesmo que o homem não tenha nela colocado os seus pés, já lhe foi atribuído algum significado e, portanto, faz parte de uma cultura, até mesmo de uma cultura capitalista, na qual faz parte o "racionalismo econômico" (LEFF, 2006) a tudo dá valor. Assim sendo, mesmo de maneira genérica, poder-se-ia dizer que toda a paisagem é cultural, pois mesmo nos recantos intocados das florestas tropicais há a incidência dos valores sociais atribuídos pelo homem.
Eles também são divididos em tipos: estacionário e portátil. Seus sprinklers também podem ser diferentes: simples e móveis. Os primeiros irrigam o solo ao redor de forma irregular, o que é completamente excluído se o sprinkler for capaz de mudar sua posição. Com uma boa pressão no sistema, um tipo de sprinkler pulsante é perfeito, permitindo que a água penetre no solo mais lentamente. Tipo mais caro - retrátil. Não interfere com a roçada do relvado, uma vez que compacta-se na relva. Para a irrigação, o aspersor é criado e opera com o mesmo princípio que as outras espécies. Em qualquer caso, a aspersão não é tão cara quanto a irrigação por gotejamento.
"[...] a paisagem que vemos hoje não será a que veremos amanhã e nem tão pouco é a que foi vista ontem, pois a paisagem é produzida e reproduzida no decorrer do tempo, através da ação do homem e da sociedade sobre o território, levando em conta que cada ator social tem seu tempo próprio no espaço. Assim, a paisagem é por conseguinte objeto, concreto, material, físico e efetivo e é percebida através dos seus elementos, pelos nossos cinco sentidos, é sentida pelos homens afetivamente e culturalmente". (BERINGUIER, 1991, p. 7)
Experimente algumas alternativas à grama tradicional. Não importa se tem um quintalzão trabalhoso ou quer apenas um pouco mais de variedade às plantações, existem diversas alternativas à cobertura de grama. Se você mora em uma área propensa à falta de água, algumas das alternativas podem ser bem mais proveitosas para o seu quintal, dando menos trabalho e resultando em um jardim mais bonito.
. Pulverize rasa freqüente garantir o crescimento da raiz grácil, que é ruim para todas as plantas. É também a segunda maior causa de problemas de pragas persistem prados (o primeiro é escalpelamento). Regar com freqüência também ameaça as raízes das plantas ficar úmido, o que eles podem apodrecer no térreo. As plantas precisam secar entre as regas.
Qualquer cultura é limitada em sua capacidade de transformar o habitat por meio de conhecimento técnico, administração e organização institucional, preferências, proibições, etc. "O geógrafo cultural não está preocupado em explicar o funcionamento interno da cultura [...], mas avaliar o potencial técnico de comunidades humanas para usar e modificar seus habitats" (WAGNER e MIKESELL, 2003, p. 31).
A análise da paisagem permite-nos verificar as diferentes dinâmicas concernentes ao funcionamento das sociedades, pois ela revela ou omite informações, de forma a denunciar as características econômicas, políticas e culturais que estruturam o processo de formação e organização do espaço social. Afinal de contas, o espaço geográfico é o resultado de uma complexa interação entre sociedade e a sua paisagem.
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