Partindo-se do pressuposto que a paisagem urbana é o produto e a materialização do trabalho social, ela está profundamente impregnada de relações sociais e conflitos (CORRÊA, 2003, p. 181), e é constantemente ressignificada, para que possa viabilizar a circulação do capital. Na paisagem urbana, evidenciado, dessa forma, um valor simbólico, "repositório de símbolos de classes sociais e de herança étnica". Essa dialética está presente nas diferenças das paisagens urbanas, tanto internamente, nas zonas residenciais populares e de classes mais abastadas, "que se justapõem, superpõem, contrapõem no uso da cidade" (SANTOS, 2002, p. 326), quanto externamente, nas diferenças entre as cidades. Assim, os diferentes grupos sociais, que ocupam áreas distintas das cidades e/ou cidades diferentes, vão produzir, de acordo com o seu modo de vida e de ocupação do solo, diferentes formas e diferentes paisagens no espaço urbano. Essas diferentes paisagens serão percebidas de inúmeras maneiras e com distintos significados, pois cada indivíduo "enxerga" a paisagem através dos seus "filtros", dentre os quais o filtro da cultura.
O presente processo de intensificação da urbanização da sociedade afeta cada vez mais os corpos d’água e a sua qualidade, assim como implica uma maior demanda por água. Essa contradição é motivo de conflitos de uso. A final, "um habitante urbano consome em média três vezes mais água do que um habitante rural" (p.153). Outro ponto a ser destacado é que a água está sendo trazida de mananciais cada vez mais distantes, pois as fontes para o abastecimento nos grandes centros estão inviabilizadas pela crescente poluição.

No seu conceito chave de “ecologia integral’ (capítulo 4) encontramos, com profunda qualidade argumentativa, a implicação mútua entre o cuidado com a natureza e o cuidado com o ser humano. Ou seja: o escrito magisterial desenlaça um nó ainda em vigor – em tempos de tristes polarizações – no qual antropocentrismo e biocentrismo disputavam atenções e prioridades de políticos, acadêmicos, cientistas e mídia.
Plantar grama em jardim em casa é uma atividade relativamente simples e que pode produzir bons resultados depois que a grama pegar e ficar toda verdinha. Uma das práticas mais comuns é o plantio da grama em tapetes que são compradas nesses distribuidores de grama, pois ela já vem pronta bastando você colocar os tapetes lado a lado na área devidamente preparados para este fim.
De grande relevância, a interpretação das imagens aéreas servem como preciosidade, pois ela dispõe de uma visão ampla e instantânea das paisagens. Na escala média (1/100.000 e 1/200.000) é possível de maneira satisfatória cartografar os geosistemas. Individualmente, cada geosistema está relacionado a um determinado lugar de acordo a cor e a respectiva trama que são selecionadas pela expressão dinâmica do geosistema, (exemplo: azul para os geosistemas climácicos, verde para os geosistemas paraclimácicos, amarelo para os geosistemas regressivos com degradação antrópica dominante, vermelho para os geosistemas com evolução essencialmente geomorfológica).[10]
A Geografia Cultural é tida como um ramo das ciências geográficas preocupado com a distribuição espacial das manifestações culturais, como: religiões, crenças, rituais, artes, formas de trabalho; enfim, tudo que é resultado de uma criação ou transformação do homem sobre a natureza ou das suas relações com o espaço, seja no planeta, em um continente, país, etc. A exemplos dos estudos sobre: "espaço e religião; espaço e cultura popular; espaço e simbolismo; paisagem e cultura; percepção ambiental e cultural; espaço e simbolismo..."(CORRÊA, 1995, p. 03-11).
A umidificação radical pode ser usada não só pela manhã, mas também durante o dia. Economiza tempo, consumo de água e minimiza a participação humana. A principal desvantagem deste método de irrigação é a laboriosidade do processo de instalação. Mas logo todo o dinheiro e os custos de mão de obra para a irrigação por gotejamento do gramado compensam completamente.
Esta mesma pobreza empurra muitas comunidades e grupos para uma depredação do meio ambiente deplorável. Soma-se a falta de instrução adequada com a indiferença política de tantos responsáveis, para lamentarmos destruição de nascentes, margens de rios, ocupação indiscriminada do solo urbano, enfim, a pobreza que vinga nas nossas cidades e entristece o povo do campo.
A quantidade de água necessária para o gramado depende não só da sua variedade, mas também da condição do solo de crescimento, bem como das condições climáticas. Lembre-se, irrigação freqüente em pequenas doses prejudica mais o gramado, o mais raro, mas abundante. A camada superior do solo deve secar antes do início da nova irrigação. Normalmente, o gramado precisa de irrigação de 3 a 4 vezes durante a semana quente de verão.
Um gramado para valer a pena tem que ser bonito, exuberante. Ele pode servir para simplesmente ser admirado, para ser um espaço para relaxar ou até mesmo um lugar para brincadeiras e jogos. Porém, um dos requisitos básicos para se ter um gramado bem bacana é que ele receba uma ótima quantidade de água. Porém, nós bem sabemos que a falta d’água é um problema que está atingido de cheio o nosso país. Veja dicas de como regar o gramado, sem desperdiçar água!
Chegando lá, um moço de vinte e poucos anos bem atarefado mostrou pouca disposição para me ajudar com uma rota. Ele me deu uma série de folhetos de uma rota fechada chamada Ravel, que me levaria até Hoegaarden. Mas não era para lá que eu queria ir. Como eu tinha outro problema, encontrar onde dormir, decidi deixar a rota para o dia seguinte e tentar me acalmar e descansar.

Como regar um jardim de frutas? Em nossos lugares, se o chão é mantido solto, você pode fazer sem regar. Mas nos jardins antigos, as árvores já estão tão acostumadas que não podem ficar sem água. Tão logo o tempo se torne mais seco, agora eles soltarão metade dos ovários se não forem regados. Aqui você só pode ano a partir do ano, com os devidos cuidados, desmamar as árvores de rega, e imediatamente você não pode desistir. Jovens jardins são sempre mais rentáveis ​​para sair sem regar, mas precisam ser atendidos, como já descrito aqui.
Ter um jardim bonito e exuberante para relaxar e brincar com as crianças é motivo de orgulho para muitas pessoas, mas manter a grama sempre verde requer muitos cuidados e um uso excessivo de água. Em alguns lugares, pode haver restrição quanto ao uso da água em determinadas épocas do ano, o que complica um pouco as coisas. Mesmo que não more em uma área com restrição, ainda é uma boa ideia economizar o máximo possível de água para cuidar do meio ambiente. Aprenda a regar seu jardim com eficiência para economizar dinheiro e recursos naturais.
A esses aprofundamentos também são agregados à Geografia Cultural temas que não eram por ela tratados anteriormente. Nessa mudança, o conceito de cultura é repensado. A cultura não é mais vista como entidade supra-orgânica, nem como superestrutura. A cultura diz respeito às coisas do cotidiano, comuns, apreendidas na vida diária, na família, no trabalho e no ambiente local. As idéias, habilidades, linguagem, relações em geral, propósitos e significados comuns a um grupo social são elaborados e reelaborados a partir da experiência, contatos e descobertas – tudo isto é cultura.

A Geografia Cultural é tida como um ramo das ciências geográficas preocupado com a distribuição espacial das manifestações culturais, como: religiões, crenças, rituais, artes, formas de trabalho; enfim, tudo que é resultado de uma criação ou transformação do homem sobre a natureza ou das suas relações com o espaço, seja no planeta, em um continente, país, etc. A exemplos dos estudos sobre: "espaço e religião; espaço e cultura popular; espaço e simbolismo; paisagem e cultura; percepção ambiental e cultural; espaço e simbolismo..."(CORRÊA, 1995, p. 03-11).

Assim, ao longo da história, as diferentes abordagens sobre paisagem tentam não somente descrevê-la enquanto conceito geográfico. A paisagem é diferenciada e compartimentada entre paisagem natural, que reflete a interação dos elementos naturais (relevo, vegetação, solo, rios, etc.) e paisagem cultural, como o resultado da ação do homem e da sociedade sobre a natureza, da qual resulta os espaços urbanos e rurais. Mas, também, a paisagem como objeto que pode ser sentida pelo homem, trazendo-lhe inúmeras sensações e sentimentos.
Com certeza deve-se evitar encharcar a terra, mas não há uma quantidade exata de água para colocar nas plantas. Água demais deixa as raízes das plantas afogadas, pois elas também precisam de ar, além do que, água em excesso pode acarretar no aparecimento de fungos e outras doenças. Vá regando aos poucos e quando a água parar de entrar na terra, ou começar a escorrer pelo fundo do vaso, está bom.

Ao chegar em casa no início da tarde e ver suas flores e vegetais favoritos murchando, você provavelmente corre para ligar a mangueira. No entanto, essa não é a melhor decisão a se tomar em termos de eficiência. Quando você rega as plantas durante a parte mais quente do dia, até 30% da água simplesmente evapora por causa do calor do sol e não beneficia suas plantas. Em vez disso, você deve regar no início da manhã ou no final da tarde ou à noite, para que suas plantas obtenham o máximo benefício com a menor quantidade possível de água. Você também deve observar que muitas plantas levemente murchas “voltarão à vida” nas partes mais frias do dia, mesmo sem molhá-las.
Atualmente, pode-se pensar na Geografia Cultural como aquela que considera os sentimentos e as idéias de um grupo ou povo sobre o espaço a partir da experiência vivida. Trata-se de uma geografia do lugar. Também pode ser considerada como a dimensão espacial da cultura. Tradicionalmente, desde o começo do século XX, essa dimensão espacial tem sido focalizada por intermédio de temas como os gêneros de vida, a paisagem cultural, as áreas culturais, a história da cultura no espaço e a ecologia cultural. Para Cosgrove (2003, p. 103) "a tarefa da Geografia Cultural é apreender e compreender a dimensão da interação humana com a Natureza e seu papel na ordenação do espaço".

Como dito anteriormente, é impossível falar na Geografia Cultural sem citar Sauer ou a "Escola de Berkeley", que denomina a corrente do pensamento geográfico fundamentada a partir de sua obra. A Geografia Cultural surgiu no início do século, na Alemanha: era a "Kulturlandschaft". Na Geografia Cultural alemã, as paisagens correspondiam a um conhecimento específico, que servia para diferenciá-la das outras ciências.
Em "The Morphology of Landscape", Sauer (1925) argumenta que a paisagem geográfica é formada pelo conjunto de formas naturais e culturais associadas a uma dada área e analisada morfologicamente, a integração das formas entre si e o caráter orgânico delas. Portanto, a paisagem cultural ou geográfica é uma resultante da ação, ao longo do tempo, da cultura sobre a paisagem natural. Sauer também considera que a "paisagem possui uma identidade, sustentada por uma constituição reconhecível, limites e uma relação com outras paisagens, para construir um sistema geral".

O solo de relva ervas não deve ser muito fácil e ter uma espessura de 20 a 50 centímetros. Muito pesado o solo precisa fazer a turfa e areia. Antes da sementeira de ervas, ela precisa fluffing. Se o solo com fertilizantes, o gramado será o mais luxuoso. Alimentados gazonnyu verdes minerais fertilizantes, composto de potássio, o fósforo e o nitrogênio.

Paisagem deriva do francês paysage; esse termo tem origem na palavra “pays”, que pode ser definido, de forma simplificada como regiões de ocupação humana que apresentam relativa homogeneidade física e registram a história. Essa associação aos pays marcou também o desenvolvimento da paisagem como conceito científico, traçando uma proximidade grande com o conceito de região, também de grande importância para a Geografia.[4]
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