A rega melhora o aspecto da planta, a deixa mais saudável, possibilitando que ela realize seus processos metabólicos de maneira mais fácil. Quando a rega é feita de maneira correta e regular, as plantas ficam ainda mais bonitas e vistosas. Mas é importante lembrar que cada planta necessita de uma quantidade de água diferente, assim também como cada dia também.

Para Nassauer (1995), a cultura e a paisagem interagem em uma constante realimentação, na qual a cultura estrutura as paisagens e as paisagens incorporam a cultura. Há, por conseguinte, um feedback, em que a percepção do meio, através dos filtros da cultura, determina valores paisagísticos que são atribuídos a uma paisagem, que, por sua vez, podem ser modificados se houver uma mudança na paisagem. Essa dinâmica a ajuda explicar a estrutura da paisagem de duas maneiras: primeiro como um efeito da cultura, segundo como um produto das mudanças culturais.


Regue com abundância e em profundidade. A maioria das plantas é mais saudável quando as suas raízes se desenvolvem profundamente no solo, em vez de próximas à superfície ou no exterior. Deixe a água penetrar profundamente, a fim de saturar o solo completamente e garantir que ela atinja as extremidades das raízes, também encorajando o crescimento da raiz para baixo.
Plantar grama em jardim em casa é uma atividade relativamente simples e que pode produzir bons resultados depois que a grama pegar e ficar toda verdinha. Uma das práticas mais comuns é o plantio da grama em tapetes que são compradas nesses distribuidores de grama, pois ela já vem pronta bastando você colocar os tapetes lado a lado na área devidamente preparados para este fim.
Na antiguidade, a relação entre elementos físicos e humanos da paisagem foi notada pela primeira vez nos tratados de Estrabão e dos geógrafos da escola de Alexandria. No começo do século XIX, Carl Ritter estabeleceu a inter-relação entre a atividade do homem e o meio natural, o que deu origem à geografia humana. Surge pouco depois a escola alemã, que desenvolveu uma concepção determinista da geografia, pela qual o meio é responsável pela atividade e cultura humanas. Como contraponto, na França, temos a escola possibilista, representada por Paul Vidal de La Blache, que defende a influência do homem no meio, ao longo da evolução histórica e segundo seus próprios interesses.
Na minha cabeça vinha uma série de tropeços que tive durante toda a viagem: o GPS errado, minha inexperiência com a mecânica e a cara de riso do meu companheiro ao me ver pegar um mapa de ponta cabeça. Eu tentava inflar o peito dizendo “eu sou corajosa!”, mas era como se não tivesse ar. Pedalei horas por Namur, perambulando feito uma barata tonta. Namur parecia uma cidade sem chão para mim. E eu me sentia a mais perfeita idiota.
Na antiguidade, a relação entre elementos físicos e humanos da paisagem foi notada pela primeira vez nos tratados de Estrabão e dos geógrafos da escola de Alexandria. No começo do século XIX, Carl Ritter estabeleceu a inter-relação entre a atividade do homem e o meio natural, o que deu origem à geografia humana. Surge pouco depois a escola alemã, que desenvolveu uma concepção determinista da geografia, pela qual o meio é responsável pela atividade e cultura humanas. Como contraponto, na França, temos a escola possibilista, representada por Paul Vidal de La Blache, que defende a influência do homem no meio, ao longo da evolução histórica e segundo seus próprios interesses.

Para alguns autores, a paisagem é a apreensão do mundo de uma forma individual. Um olhar individual que pode retransmitir para o conceito de paisagem na arte. É o fenômeno espacial no tempo do indivíduo. Contudo, pode-se compreender a paisagem como o resultado das correlações entre elementos de origem natural e humana, em um espaço específico. Portanto, de uma maneira dinâmica todos estes elementos encontrados na paisagem tendem a se organizar ao decorrer do tempo e do espaço.[7]
A quantidade de água necessária para o gramado depende não só da sua variedade, mas também da condição do solo de crescimento, bem como das condições climáticas. Lembre-se, irrigação freqüente em pequenas doses prejudica mais o gramado, o mais raro, mas abundante. A camada superior do solo deve secar antes do início da nova irrigação. Normalmente, o gramado precisa de irrigação de 3 a 4 vezes durante a semana quente de verão.
A paisagem em uma representação cartográfica necessita de um complexo e relativamente detalhado inventário geográfico. A observação tem de partir do nível dos geofácies até mesmo caso eles não figurem na carta. A parte principal do trabalho ocorre no terreno: levantamentos geomorfológicos, pedológicos e fitogeográficos, exame das águas superficiais, observações meteorológicas elementares, inquéritos sobre o sistema de valorização econômica (gestão florestal, percursos pastoris, direitos de uso, etc...). Em geral, esses levantamentos temáticos e informações são completados pelos trabalhos de diversos arquivos (cadastro, serviços administrativos, etc...). Desse modo, para organizar toda essa documentação volumosa e disparatada, é necessário escolher uma linha mestra. Ela é fornecida pelo tapete vegetal cujo levantamento sistemático a 1/50.000, por um método simplificado, intermediário entre o do Serviço da Carta da Vegetação a 1/200.000 da França e o da Carta da Vegetação a 1/100.000 dos Alpes de P. Ozenda, serve de base à cartografia global das paisagens.
Partindo-se do pressuposto que a paisagem urbana é o produto e a materialização do trabalho social, ela está profundamente impregnada de relações sociais e conflitos (CORRÊA, 2003, p. 181), e é constantemente ressignificada, para que possa viabilizar a circulação do capital. Na paisagem urbana, evidenciado, dessa forma, um valor simbólico, "repositório de símbolos de classes sociais e de herança étnica". Essa dialética está presente nas diferenças das paisagens urbanas, tanto internamente, nas zonas residenciais populares e de classes mais abastadas, "que se justapõem, superpõem, contrapõem no uso da cidade" (SANTOS, 2002, p. 326), quanto externamente, nas diferenças entre as cidades. Assim, os diferentes grupos sociais, que ocupam áreas distintas das cidades e/ou cidades diferentes, vão produzir, de acordo com o seu modo de vida e de ocupação do solo, diferentes formas e diferentes paisagens no espaço urbano. Essas diferentes paisagens serão percebidas de inúmeras maneiras e com distintos significados, pois cada indivíduo "enxerga" a paisagem através dos seus "filtros", dentre os quais o filtro da cultura.
Em uma visão geográfica, a paisagem abrange aspectos além dos visuais envolvendo também os sentidos. Porém, de acordo com a visão vertical, tudo que incide sobre o que se vê, é considerado por estar em relevo. Portanto, as paisagens englobam os edifícios das cidades modernas, as ruas, praças, os monumentos, além das relações humanas particulares de cada região. Deste modo, todos esses aspectos se tornam importantes pela possibilidade de interpretação e descrição da paisagem atribuindo-a assim um significado e referência.[9]

English: Water Your Lawn Efficiently, Italiano: Irrigare Efficientemente il Tuo Prato, Español: regar el césped de forma eficiente, Deutsch: Den Rasen effizient giessen, Français: arroser efficacement sa pelouse, 中文: 更有效地浇灌你的草坪, Русский: эффективно поливать газон, Bahasa Indonesia: Menyiram Halaman secara Efektif, العربية: ري عشب حديقتك بطريقة فعالة, Nederlands: Je gazon efficiënt water geven


A paisagem também pode ser tudo que pode se ver num lance de vista ou o "conjunto de componentes naturais ou não de um espaço externo que pode ser apreendido pelo olhar" (HOUAISS, 2001, p. 2105). A polissemia da paisagem traz consigo muitas definições. Entre estas, para Santos (2002), "a paisagem é o conjunto de formas que, num dado momento, exprimem as heranças que representam as sucessivas reações localizadas entre homem e natureza". Santos, aqui, agrega à paisagem o fator da temporalidade na sua constituição.
Quando você molha a grama sem que ela esteja precisando, o seu ato não só se trata de desperdício de água, quando a palavra de ordem é economizar, como isso poderá causar muitas doenças nela, entre elas, fungos. Água demais também fará mal a grama e devemos saber e levar em consideração o tipo de grama escolhida. Algumas precisarão de ais água, enquanto outras, nem tanto e outros fatores também são determinantes, como por exemplo: umidade, vento e temperatura.
Nas cidades, devido a efetiva impermeabilização dos solos pela ocupação imobiliária, pelas vias de transporte e pelo material utilizado nas canalizações, há pouca ou nenhuma realimentação do lençol freático e dos cursos d’água pela chuva, transformando-os exclusivamente em redes de esgotos. No atual processo de urbanização, a característica natural da rede de drenagem é totalmente modificada, assim como a vegetação natural é degradada ou suprimida, o relevo alterado e, até mesmo, a relação do homem com o seu meio sofre influência desse processo.
Quando você molha a grama sem que ela esteja precisando, o seu ato não só se trata de desperdício de água, quando a palavra de ordem é economizar, como isso poderá causar muitas doenças nela, entre elas, fungos. Água demais também fará mal a grama e devemos saber e levar em consideração o tipo de grama escolhida. Algumas precisarão de ais água, enquanto outras, nem tanto e outros fatores também são determinantes, como por exemplo: umidade, vento e temperatura.
Paisagem deriva do francês paysage; esse termo tem origem na palavra “pays”, que pode ser definido, de forma simplificada como regiões de ocupação humana que apresentam relativa homogeneidade física e registram a história. Essa associação aos pays marcou também o desenvolvimento da paisagem como conceito científico, traçando uma proximidade grande com o conceito de região, também de grande importância para a Geografia.[4]
Cientificamente, podemos conceituar o termo paisagem como resultado da combinação, em um dado território, de elementos físicos, biológicos e humanos que constituem sua unidade orgânica e se encontram estreitamente relacionados. Ou seja, é uma convivência harmônica entre humanos e elementos vivos e não-vivos, onde todos têm a possibilidade de viver normalmente.
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